Não te vejo, não me vejo, não sou eu, não és tu. Para onde foste carcaça ignóbil e putrefacta? Procuro-te entre escombros e encontro apenas o assento quente onde estavas. Ali havía calor e promessas que auspiciavam canetas num papel qualquer que acorda. Bendito seja o peluche que me conforta nas noites de carência afectiva. Calado e fofo... Não sei do que me queixo.
Toda eu sou luz em sobressalto que rodopia no mesmo espaço. O tempo, esse, é uma merda programada de importância exagerada. Sempre a pensar no tempo, sempre o tempo... Não tenho tempo, tenho tempo, tenho que aproveitar bem o tempo, tenho que me lixar para o tempo, tempo, tempo... Merda mais o cabrão do tempo. O Natal já se foi, mais uma vez, agora a meta é a passagem de ano, essa grande festa repetida de copos e desejos. E depois? Vou é para 1 mosteiro meditar no nada que é tudo e por lá ficarei até à morte, essa puta descabida da má sorte.
2 comentários:
a preguiça, ou como tu dizes, o tempo, esse que se mascara e persegue, e os seus companheiros, o antes e o depois, nele não encontramos a verdadeira Paz (a plenitude de vida). Essa é a batalha que todos vivemos, e nem sempre combatemos; mas aquEle que está à porta, e espera para nos aliviar dessa opressão, e das falhas, por afastamento dEle, falta de amor, união, a Ele, e aos que no tempo se abeiram de nós; aquEle que veio, vem e virá, o que É( o que nos diz, aquando da pergunta: quem és Tu?- "Eu Sou"), se a Ele abrires a porta, como quem se apercebe de onde habita, e a quem pertence o corpo interior e exterior, e, que nele Ele espera habitar, então Vives, e então tudo, permanecendo nEle, é bom, e é então visível que esses ses e mas, não são opção mas distracção. Tudo começa por uma confiança de coração (total). Um tempo com aquEle que liberta, O Pai ou O Filho(Deus), é tudo o que precisamos para que a relação entre nós e Ele, a intimidade, o Espírito(de Deus), nos torne livres no tempo, livres para acolher, amar, trabalhar, brincar, ouvir, falar,..., e, o mais importante, com as opções de vida, partilhar essa vida que nos é dada!...Falando nisso, alguém bate à porta...vou abrir, e ao abrir, sei que é bom o trabalho que me é confiado...ao trabalho!
Nuno Fernandes
tb tenho um peluche...k me akece nas noites d inverno...é um urso polar...mto fofo...e peludo...e xamei lhe artur....
ahahahahah
paula
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