Não te vejo, não me vejo, não sou eu, não és tu. Para onde foste carcaça ignóbil e putrefacta? Procuro-te entre escombros e encontro apenas o assento quente onde estavas. Ali havía calor e promessas que auspiciavam canetas num papel qualquer que acorda. Bendito seja o peluche que me conforta nas noites de carência afectiva. Calado e fofo... Não sei do que me queixo.