Estes relacionamentos fortuitos são tramados. Uma pessoa nunca sabe em que pé está e o que fazer a seguir, apesar de querer fazer alguma coisa, e, no fim, depois de reflectir que nem uma desvairada, acaba por não fazer nada. Que desperdício de tempo. Às vezes, a cada pensamento devería corresponder uma acção imediata, porque quanto mais se pensa nas coisas menos se faz.
É que, através dessas reflexões inúteis, vão-se arranjado cada vez mais desculpas, que nos põem a pensar que existem razões para não fazer nada. Na verdade, essa reflexão toda é fruto da falta de coragem e do medo que temos de agir. As vezes, quando os dois envolvidos pensam de forma semelhante, ou seja, são os dois cobardes, aquilo fica por ali, até que um deles tenha a bravura de, um dia mais tarde, despreocupadamente, dar sinal de vida, como quem não quer nada, ou como quem quer, e marcar um novo encontro.
E, com esta, dou início ao fim-de-semana. Já chega de reflexões, vou beber copos.
10 comentários:
Com sorte a gente ainda se vê todos amanhã, com copos à mistura claro. ;)
Relacionamentos do não ata nem desata sucks. Aliás, eu até em certas coisas como flirts ocasionais do momento (típicos das noites), não atino muito com aquelas conversas de enrolar sabes, aquelas abordagens que as conversas começam a andar à roda e ficas a pensar para ti próprio *hmm ok, sim, e agora?*
Por essas e por outras é que digo sempre que prefiro que me atirem contra uma parede logo digamos assim. :p
Cá pra mim aquele tal texto que tenho na cabeça com a cena de pessoal que usa como escape relações fugazes ou simples devaneios de ordem física (ahem...), poderá ter alguns pontos em comum com esta tua história dos relacionamentos fortuitos. :)
Nada de reflexões e toca a viver o momento, como tanto digo. ;)
'Por essas e por outras é que digo sempre que prefiro que me atirem contra uma parede logo digamos assim..'
AHAH... ena ena.. bem ó Azel, assim é que é! Engonhar para quê?? Vamos mas é ao que interessa.. eheh! :p
Mas pois Ana... ora bem... não sei... quer dizer sei mas nem sei se me apetece aparvalhar sobre este tema hoje.
Como também neste momento não me apetece falar a sério sobre ele porque sei lá, não me apetece, então não sei...
Hmmmm.. o que fazer?... deixa-me ver...
Olha vou pensar e depois mais tarde volto aqui..
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Sim, este texto resulta de uma reflexão apropriada para o momento. Mas foi depois de falares da história que ías escrever que comecei a reflectir. Ninguém gosta de engonhanços, mas toda a gente engonha. Quanto a mim gosto de pessoas directas. "Sim ou sopas?", "Acção!". Aliás, a melhor abordagem que me fizeram foi esta: "Então vamos dar banho ao cão ou quê?". "Não é tarde nem é cedo!".
A vida sem malabarismos é muito mais simples.
dar banho ao cão? lol muito bom.
Muitas vezes ya, acaba-se por engonhar muito, tanto em primeiras abordagens como naqueles casos que acontece quando as pessoas estão juntas há já algum tempo.
Em certos aspectos eu tenho achado muita piada a estas coisas da internet ultimamente, não só porque pessoas que não conheces de lado nenhum acabam por perceber, aparentemente, mais depressa coisas sobre ti do que outras que convivem contigo e parece que ainda hoje não entenderam certas coisas, mas também pela tal cena das abordagens.
Mesmo estando por detrás de um nick, nem todas as pessoas falam assim do nada, de certos temas, paixões, nem mostram coisas de si etc. Logo tem o seu quê de abordagem directa, de mostrar algo cá pra fora, por muito paradoxal que isto possa soar.
Ao ponto de ya, mais um pouco o pessoal até se tinha encontrado no fds, o que infelizmente não foi possível no que me toca. :(
Em relação aquela história, até começo a ter algum receio do que irá sair (se sair), tendo em conta um pequeno texto que escrevi hoje como comment noutro blog, que abordava outro ponto, outro tipo de relacionamentos. Hmm hmm...ver se deixo sair as coisas para o papel ou isto mistura-se tudo e fico pifado.
Naquele pique-nique de burguesas,
Houve uma coisa simplesmente bela,
E que, sem ter história nem grandezas,
Em todo o caso dava uma aguarela.
Foi quando tu, descendo do burrico,
Foste colher, sem imposturas tolas,
A um granzoal azul de grão-de-bico
Um ramalhete rubro de papoulas.
Sim, isto do mundo virtual, em termos de relacionamentos, tem muito que se lhe diga. Percebi o que queres dizer. E para abordagens directas a internet facilita muito, no entanto, depois num frente a frente as coisas custam mais a sair. Mas ok uma hipotese é dizer online: "Vamos comer pipocas?", "Na minha casa ou na tua?". Depois, num frente a frente, nem olá, nem boa tarde, acção!
Lily pronuncia-te, mas não fales de peitos, pela tua saúde...
Nisso acabo por ser bastante directo, ao mesmo tempo que estou (quase)sempre aberto ao mesmo tipo de abordagens.
Quando falava na parte virtual, entre "nós" por exemplo, era mais por existir por aqui uma energia muito própria, em que além da criatividade das pessoas parece existir um certo à vontade, e acredito que quando lá calhar as pessoas encontrarem-se frente a frente que isso não irá mudar. ;)
É um pouco haver aquela ideia repentina do fds passado e as pessoas estarem na boa a ver de coisas como ok, vamos pra borga, e fica-se em casa de pessoa x. Juntas a isso copos e pior ainda se torna, no bom sentido claro.
Tipo, achas que eu chegava ao pé de vocês Sábado e não iria dizer nada? O mais certo era parecermos todos uns tagarelas, a falar de tudo e mais alguma coisa, e eu pedir-te também alguma música pelo meio na noite que ias fazer, assim na onda de cliente bue chato ahahah. :p
Agora ya, nem toda a gente é assim claro.
E well, lá voltamos aos peitos e a afastar-nos do tema do topico, e se calhar ainda bem, porque falar de peitos e outras coisas acaba por ser sempre melhor do que relações destrutivas. ;)
:) Gira o disco e toca o mesmo: Mamas.
Sim, mamas! Maminhas, mamocas, mamonas! Não gosto muito da palavra peitos. Só me lembro do peito de frango que por acaso nem gosto. :-|
Quanto ao tema do post.. eu não sou tão directa quanto vocês o que não quer dizr que discorde ou tenha algo contra a vossa postura.
Eu tenho é uma certa inveja por não conseguir ser assim, tão frontal, sem grandes stresses e analisar as coisas dessa forma que deveria ser encarada: simples.
Eu sou muito na onda do observar... para começar sou muito desconfiada (muito mesmo) e nesse campo de flirts momentâneos e algo mais, acabo muitas vezes por ficar na defensiva.. já perdi grandes oportunidades, ui... sou tão tótó! :p :p :p
Pode ser que um dia ganhe juízo!
E porquê que sou assim perguntam vocês? Não sei respondo eu. Ou sei... mas não sei.
Não podemos ser todos iguais não é verdade?..
Mas em termos gerais, quem me conhece ou mesmo quem não me conhece, sabe que sou bastante sociável e directa com as pessoas.
Ás vezes até de mais! :p :p :p
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Hoje por acaso comi peitos de frango ao almoço, e com natas. nham nham. Mas erm hmm, adiante. :p
Eu quando falava de abordagens directas em termos do pessoal aqui pela net, era mesmo por isso de coisas como da outra vez, em que disseste, olha, venham todos para aqui neste fds, vamos encontrar-nos e sair todos. Vês, isso é ser-se directo. ;)
Mas ya, como o tema do topico é relacionamentos, dá para confundir as coisas, se bem que o que acontece mais é cenas dessas pela net também.
Com tantas noias e passados, até poderia ficar na defensiva também nestas coisas, mas sinceramente continuo na onda de seguir em frente, e o que acontecer acontece. :)
:) Isto é uma confusão.. pois... relacionamentos amorosos, de amizade e etc, ser-se directa ou não. Ok.
Eu percebi! :)
É a Primavera! :)
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