Será um pum? Será o disparo da rolha de uma garrafa de champagne? Será um reset? Não! É um tiro! Seguem-se mais disparos. Joaquim, apático, está sentado ao volante do carro e decide tomar uma atitude, após momentos de nenhuma reflexão decide buzinar 2 vezes.
- Pronto, não se preocupem, eles agora vão embora, está tudo bem.
Sandra continua a cantar ao som da guitarra:
- Beija Flôr, traz de volta o meu amor, ele partiiuuuu...
Diogo e Marlene estão em sobressalto e gritam de pavor: "Vamos embora!"
André pergunta: "Onde está a cerveja?"
Aproximam-se polícias que disparam contra os bandidos.
Joaquim continua apático. Sandra canta. André pergunta: "Opá... Mas onde está a cervejinha..."
Ouvem-se mais disparos.
-Não são nada tiros, isso não existe no meu mundo de paz e amor... Vamos dar todos as mãos e cantar que isto já passa - Diz Joaquim apaziguante.
Diogo e Marlene obrigam Joaquim a iniciar marcha e vão, finalmente, embora da praia da Mata. Já chega de emoção por hoje - diz Joaquim - Vamos para o Bairro Alto.
2 comentários:
Epá, as tuas narrativas começam-se a parecer com os delírios fantásticos de um utilizador compulsivo de substâncias alucinogénicas (elogio). Continua, está a ficar interessante...
ahahahahahahahahhaah
demais mesmmo, so falta acrescentar que o joaquim e o andré apanharam uma grande tosga e k para diogo e marlene depois de tanta emoçao, encontraram a paz, nas palavras do pai tony quando acordaram num prado verdejante a ver o tejo
ahaahahaaahahahha
ganda conto ;)
keep the good work pocahontas :P
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