Procuro um chão que se estenda infinitamente sob os meus pés mas só o céu é assim, infinito. Aqui estamos limitados pelas condições da nossa existência.
No entanto, o que é a realidade senão aquilo que achamos que ela é. Eu sou o que acho que sou, tenho as amarras que penso que tenho. E se não achar nada nada tenho. Nasci livre em mim mesma, eu sou o fruto, eu sou o deus, eu sou a vida que transborda infinita. O espírito não tem as amarras que a razão conhece. A falta de perspectiva e a racionalidade é que iludem o homem dizendo-lhe que é isto ou aquilo. Pobres daqueles que não acreditam.
4 comentários:
Gostei do que dizes, embora esteja demasiado cansado para comentar...
Relativamente a Touros de Morte...
Claro que sou contra, o que de mais triste pode haver do que ver um espectáculo decadente como aquele, em que como dizes, nos vestimos a preceito para ir assistir à chacina...
Sou Ribatejano, no sítio de onde venho ancestralmente estas coisas acontecem, até temos um ditado: "se não podes pegar o touro pelos cornos pega-o pelos flancos".
Contudo, espero sinceramente que estas coisas sejam proibidas, mas vê o caso de barrancos: toda a gente faz o que quer e ninguém é punido
E também não percebo o porquê de se insistir tanto em bandeiras de luta que parece que estão na moda...
estaremos no direito de proibir a maconha dos aficionados e exigirmos a legalização da porcaria da droga que só serve para te queimar neurónios...
A droga faz mal, nunca ouviste aquela cansação dos Verv??
Olha, se quiseres dar uma olhadela ao meu Bloge era fixe...
bjs.
madmax
Eu caminho no ar.
Isso é que é emprestar alma à letra!
Não foi bem assim
que escrevi esse poema...
Raios partam a vida e quem lá ande!
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