Pesquisar neste blogue

A carregar...

Terça-feira, Agosto 10, 2010

Procuro um chão que se estenda infinitamente sob os meus pés mas só o céu é assim, infinito. Aqui estamos limitados pelas condições da nossa existência.

No entanto, o que é a realidade senão aquilo que achamos que ela é. Eu sou o que acho que sou, tenho as amarras que penso que tenho. E se não achar nada nada tenho. Nasci livre em mim mesma, eu sou o fruto, eu sou o deus, eu sou a vida que transborda infinita. O espírito não tem as amarras que a razão conhece. A falta de perspectiva e a racionalidade é que iludem o homem dizendo-lhe que é isto ou aquilo. Pobres daqueles que não acreditam.

4 comentários:

madmax disse...

Gostei do que dizes, embora esteja demasiado cansado para comentar...

Relativamente a Touros de Morte...

Claro que sou contra, o que de mais triste pode haver do que ver um espectáculo decadente como aquele, em que como dizes, nos vestimos a preceito para ir assistir à chacina...

Sou Ribatejano, no sítio de onde venho ancestralmente estas coisas acontecem, até temos um ditado: "se não podes pegar o touro pelos cornos pega-o pelos flancos".

Contudo, espero sinceramente que estas coisas sejam proibidas, mas vê o caso de barrancos: toda a gente faz o que quer e ninguém é punido

E também não percebo o porquê de se insistir tanto em bandeiras de luta que parece que estão na moda...

estaremos no direito de proibir a maconha dos aficionados e exigirmos a legalização da porcaria da droga que só serve para te queimar neurónios...

A droga faz mal, nunca ouviste aquela cansação dos Verv??

Olha, se quiseres dar uma olhadela ao meu Bloge era fixe...

bjs.

madmax

FAQ(er) disse...

Eu caminho no ar.

A ausente disse...

Isso é que é emprestar alma à letra!

Álvaro de Campos disse...

Não foi bem assim
que escrevi esse poema...

Raios partam a vida e quem lá ande!